quinta-feira, 21 de abril de 2011

Quanto mais me bates, mais gosto de ti...

Quanto mais me bates, mais gosto de ti...
Foi a frase que me veio à memória quando ouvi as sondagens pagas das ultimas tendencias de voto.
De Marx a Mao, stair way to heaven, i.e. o caminho para a presidencia da comunidade europeia.
Ou parafraseando a dita esposa, "sigamos o cherne".
Ao preço a que está no Continente de Tires (já abriu desde o dia 20), cherne a 20 aérios o quilo, vão-se pintar todos de rosa que ninguém vos leva presos, nem por pedófilia. E se forem presos podem sempre pedir uma indeminização. Se pedirem com jeitinho, aos guardas prisionais, podem sempre aceder ao facebook e responderem ao nosso querido Cavaco. Nem é preciso apanharem sabonetes para esta última parte.
Vamos op(votar) por quem? Pelos "paços de coelhos" ou pelas "portas a bater" (vide lagartinhadotcom) que atormentam o Socras no seu internamento compulsivo por alucinações? Ou pelo Pinto da outra costa e os seus alocinógénicos (aqueles que deve tomar antes das entrevistas as télés)?
Bolas, estou triste e a culpa é do Jesus que não sendo Deus vai ouvir das "Boas" se não formos de Braga a Vilaverde na final.
A culpa, vai-se a ver, não é do femi nem da troika nem sequer dos privados.
A culpa é de todos nós que produzimos riqueza e chegamos ao fim do mês e recebemos "papel".
A pena é que o papel deixou de valor "ouro". Vale aquilo que a "Reversa Federal e o BCE" diga-se privados entre aspas, acham aquilo que vale. E acham pelos ratings que lhes são atribuidos.
Bolas, chego ao final do meu mês de trabalho nesta Pátria ou neste mundo globalizado e já nem recebo parte infima da riqueza que ajudei a criar (vide informacaoincorrecta).
Vou-me deitar depressa e acordar outra vez à espera do próximo fim do mês.
Pode ser que seja o mês de eleições e se formos todos do "free porto" não há ambiente nem ministro que resista.
Ando com as ideias mesmo baralhadas, deve ser do piston que é a cabeça do...

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Características de peixes:

Secretos, misteriosos, difíceis de entender, ora alegres, ora tristes, paradoxais, enigmáticos, complexos, apresentam diversas faces para o mundo, conseguem penetrar profundamente no mundo das emoções. A emoções, no entanto quanto mais profundas muitas vezes passam a ter características nebulosas. Muitos conseguem contatar as profundezas do inconsciente. Muitos poetas, romancistas, compositores, músicos e até psicoterapêutas tem este tipo de experiência. Podem até traduzir sentimentos do inconsciente coletivo. Os piscianos são imprevisíveis e tem recursos interiores ilimitados.

Podem ter reações intempestivas, oscilarem de um extremo emocional a outro sem razão aparente. Podem ter o hábito de comerem muito e, outros, praticarem jejum para se purificarem. Tem facilidades para meditar e encontrar muitas das respostas às suas complexas questões através deste meio. Tem imaginação criativa e grande inspiração. Muitos vivem num mundo próprio, a parte, e tem dificuldades para se adaptarem ao mundo concreto das formas. Tem uma grande compaixão estendendo-se até aos animais de qualquer espécie. Tem uma grande ligação com as crianças que pode se dar através de suas fantasias como também devido a facilidade que tem de se adaptarem e de criarem.

Porém, quando se trata da educação de seus filhos tendem a delegar responsabilidade para seus cônjuges. São generosos e defendem sua prole contra qualquer animosidade externa que os ameace. Na relação amorosa não tem limites e muitas vezes assustam a pessoa amada com a imensidão de seus sentimentos sem barreiras. Podem apresentar o lado violento de suas reações emocionais que geram muitos desentendimentos. Às vezes os piscianos projetam suas emoções e conteúdos inconscientes nos outros no sentido de organizarem o mundo caótico em que vivem.

Muitas vezes projetam para se livrarem de coisas que não conseguem por outros meios. Este signo também está muito relacionado ao cinema, a fotografia, aos perfumes, ao carnaval e a todos os tipos de imagens projetadas.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Damos 7 a uns tipos que dominam a bomba atómica (assim dizem os policias do mundo, isto é, os USA. Só para quem ainda não sabe USA são Us que Sabem da Atómica à conta de um alemão desertado) e perdemos com uns vizinhos que vem comprar dinamite às nossas pedreiras. É dose, ou pedra, ou aquilo que lhe quiserem chamar. É o Queirós no seu melhor.
Queiramos nós ou queira quem manda, mandelem o gajo apertar a mão "ad eterno" ao Nelson e que fique por lá!
Para o próximo mundial, proponho o José Cid a treinador, ehehehe. (devo esta deixa à lagartinha http://lagartinhadotcom.blogspot.com/).

terça-feira, 6 de abril de 2010

1,7 pessoas nas urgências de Valença

1,7 pessoas nas urgências de Valência levam ao fecho da mesma.
Pergunto se este tipo de aberração, leia-se esta noticia, se deve ao facto de sermos maus a matemáticas ou à falta de qualquer outra coisa, tipo sensibilidade.
Perante a afirmação acima, existem pessoas e existem 0,7 de pessoas. Assim como existem buracos e meios buracos. Pergunto se quem é pago pelo Estado Português para produzir estes numeros não tem a sensibilidade para arredondar, tipo uma pessoa, arredondando para baixo, ou duas pessoas arredondando para cima, quanto muito arredondar tipo uma pessoa e uma criança, sendo que uma criança vale por meia pessoa?
Compreendo perfeitamente que os nossos matemáticos não contabilizem a variável bandeira. E claro está, com a próximidade de Tui, as bandeiras amarelas e vermelhas passaram rapidamente a fazer parte da equação ou pelo menos das vistas na cidade de Valença.
Sim, cidade, porque por noticias destas e no século XXI conclui que temos cidades portuguesas que fecham urgências por 1,7 pessoas de afluência. Ou serão 17 pessoas e inventaram a virgula para justificar reduções de custos na factura da Saúde deste País?
Lá está, falta de sensibilidade e o problema da virgulas que se confundem com imprefeições nas fotocópias dos documentos que chegam às mãos dos nossos dirigentes. Se deixarem de haver 0,7 de pessoas e passarem só a haver pessoas, adultas e crianças, temos o problema resolvido.
Claro que o alcaide de Tui diz logo, tragam lá a pessoa e o maneta ou perneta, o tal 0,7 de pessoa e venham cá (lá) aos nossos (deles) serviços de urgência.
Vamos todos para Espanha, Tui e Moi e nozes e deixemos os nossos politicos a fazer contas neste, cada vez mais miserável, País. Deus me perdoe porque a minha familia compreende-me a anseia por melhor futuro!

sábado, 7 de novembro de 2009

É dose!

Googalizei sobre apreensões de doses de droga, não fosse a minha ignorância sobre sistemas de medidas, estar a bloquear-me o espírito. Isto, depois de ser bem informado pelos nossos meios de comunicação com noticias sobre o tema. Continuo ignorante!
E fiquei ainda com outra questão por responder. Será que nos autos de queimadas de droga também ficam mencionadas as tais doses?
Uma dose para mim não é com certeza uma dose para outros. A minha dose é meia-dose e uma meia dose ao almoço são 4,50 euros. Já uma dose são 6 euros e 50 cêntimos. Isto tudo num restaurante perto de casa. Qual é a clarividência destes nossos meios de (des)informação que nos dão estas equivalências. Bolas, conheço o Quilo, o Litro, o Kilometro e até conheço a Milha maritima e a Polegada mas isto já por outras polivalências. A medida da droga é a dose? Ou dependendo da droga ainda podemos esperar para ler e ouvir noticias tipo, ...foram aprendidos 3 metros de riscos de coca?
Uma coisa que é vendida à grama como é que pode ser arredondada à dose? Ou até à tonelada e meia ou ao quilo e meio? Sim, é verdade, quando as noticias são dadas na equivalência de dose, são apreendidas 235 doses individuais. Quando falamos em toneladas ou quilo são 2 toneladas e meia ou aproximadamente 2500 quilos. A cena é comercializada à grama. Um quilo são 1000 gramas. Uma tonelada são 1000 quilos. Há aqui algo que me escapa, será que a dose é uma medida mais precisa ou quem é que precisa da dose?
Quanto custa um grama de droga? Uma dose são quantos gramas? Todos os tipos de droga têm equivalência com a dose? Uma dose de coca equivale a uma dose de haxixe? Ou será que devemos perguntar quantos litros ou quantos metros? Não façam as pessoas estupidas. Um jornalista que se preze, no meu ponto de fuga (vista) devia perguntar: mas afinal quantas toneladas, quantos quilos, quantos gramas e até quantos miligramas foram apreendidos? E quantos vão ficar registados nos autos das queimadas de droga?.
É dose vivermos com este tipo de (des)informação. E já agora, se eu com uma dose fico satisfeito porque insistem em vender meias-doses.
A dose é ou não é uma medida exacta?

sábado, 12 de setembro de 2009

Mais do mesmo

Acabei de assistir ao debate entre o Eng. José Sócrates e a Dra. Manuela Ferreira Leite. O PSD com certeza já previu este circo e podia ter contribuido para um espectáculo diferente, tipo Santana ou Passos Coelho vs Socras. mas este é o debate possível ou o autorizado pelos lobbies do PSD do Norte e da Madeira. Por falar na Madeira, loiras recentemente vindas da ilha, vêm burras ou comeram muita banana. A senhora podia ter debatido mais ferozmente as sua ideias. A minha professora Eduarda Maria da 4ª classe imponha mais respeito e não era só pela palmatória. Não será trauma da palmatória mas sempre que veja a MFL na TV vêm-me a imagem da minha professora da 4ª. Perante o penteadinho à direita o debate até é facil, pelo menos, até ao inicio dos traquejos de boquinha do nosso primeiro. Penteadinho à direita, porque, não sei se já repararam mas o homem tem o risco de cabelo à mulher. Eu que sou dextro não me ajeito a puxar o cabelo da direita para a esquerda, pronto. O homem até tem feito umas coisas, tachos para os filiados, aqueles coitados que sacrificam a causa privada para se exporem à causa pública, durante os mandatos, e quando saem de cena vão para cargos de topo na EDP, a Mota Engil, para a eólica, voltam para a Banca, etc.
Tudo pelo bagagem politica que armazenaram enquanto cuidavam da cena pública.
Mais do mesmo, quando não é o PSD é o PS e pronto, a nossa governação recente resume a liberdade de expressão do nosso povo.
Eu, na parte democrática que me cabe vou votar no an-dó-li-tá ma vou votar!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Sou contra os Urinóis!

Faço sempre chi-chi sentado! Nem sei se a palavra chichi é com ou sem hifen. Para o efeito, não interessa nada, este é um chavão que tenho sempre pronto para aqueles lamentos femininos do: - A casa da banho cheira a chi-chi! Vocês, homens, fazem sempre chi-chi para fora. Como se nós, homens, mijassemos para a frente ou para trás, mijamos para baixo ponto.
Como eu me ri, num filme do Jack Nicholson onde a mulher morre e ele passa a urinar de pé e que me vem sempre à memória quando oiço o tal lamento (não é de todo a morte da mulher se é que me faço entender). Agora, na rua é diferente, sou contra os urinóis e é sempre de pé, mas na sanita. Quando se lembrarem de colocar dispensadores de papel higiénico junto dos urinóis, talvez passe a ser a favor dos ditos cujos. Primeiro, detesto a pinginha nas calças, o embaraço do lavar as mãos, logo de imediato, com a torneira no máximo para salpicar o disfarçe, ou o secar as mãos com abruptas sacudidelas e dizer para o espelho: bolas já me pinguei todo, nem são o pior. O pior é o cheiro a chi-chi que fica na cueca para o dia todo. Nada como o belo do papel higiénico (junto à sanita) para limpar a pinguinha teimosa. Com algum cuidado nem a urinadela de pé, para a sanita, salpica para as calças e aqui devo dizer que sou mesmo a fim é dos cagatórios. Aquelas loiças de chão com dois sitios para os pés e um buraco na posição exacta. Há lá coisa mais higiénica! E quando as necessidades são outras, a posição de cocuras, com os braços a apertar a barriga contra os femures para aqueles momentos mais dificies, são a solução milagrosa e já agora, não acreditem naqueles comprimidos ou supositórios milagrosos para regular o intestino. Passem a experimentar a posição de cocuras e vão ver se não dá resultado. Sou contra os urinóis, mesmo aqueles com bolas de naftalina. A naftalina usa-se nas gavetas e nos roupeiros, não nos urinóis. a não ser que a utilidade das bolas de naftalina nos urinóis seja a de evitar a projecção directa da urina para as calças quando bate no fundo do urinol. Já não basta a pinga teimosa que aparece nas calças depois de arrumar o instrumento. E garanto que, por muito que sacudam, a teimosa da pinga aparece. Viva a sanita e o papel higiénico e para o luxo supremo, viva o cagatório!
A idade assim obriga.